terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vá lá. E vão dois.

Cum caramba! Até "inchei". Afinal não fui só eu a achar aquela entrevista ao "menino de côro" uma autêntica perda de tempo. No mínimo. O professor Marcelo disse ontem praticamente o mesmo. Mas disse também o que eu não fui capaz de pôr em palavras aqui, apenas pensei para os meus botões. " Nunca vi uma entrevista em que o jornalista sabe mais para ser Primeiro Ministro do que o entrevistado". E realmente foi mesmo isso que aconteceu. E  estou convencida, tal como Marcelo, que ele até deve ter ficado agradecido por algumas ideias que o J. Gomes Ferreira lhe deu, uma vez que as dele eram zero. E aproveito a dizer que já mais de uma vez noutros programas em que este entrevistador entra, houve pessoas a dizer que julgavam que ele era economista. E ele sempre respondeu que não, que era licenciado em Comunicação Social, era jornalista. Pois eu acho que ele dizer que é jornalista é um insulto a si próprio, não pelo curso, mas pela forma como encara e define o que é ser jornalista. Já disse há muito tempo que detesto 98% dos jornalistas que por aí andam, 98% porque considero o José Gomes Ferreira e o Paulo Garcia dois casos absolutamente à parte. Tanto um como o outro cortam a torto e a direito, dizem bem quando têm de dizer bem e dizem mal quando têm de dizer mal. Não usam visieras. Claro que preferia que o Paulo Garcia dissesse melhor do meu Sporting...mas, se nem eu consigo, que se há-de fazer? E recordo aqui o programa O Dia Seguinte da semana passada em que este jornalista enfrentou com enorme categoria e bom senso e boa educação,um Dias Ferreira que às vezes me envergonha como sportinguista, num momento particularmente difícil para qualquer pessoa que conduza um programa. Foi impecável!
Agora dizem-me assim: "O quê? Misturas o Gomes Ferreira com o Paulo Garcia, um homem do futebol?. Que falta de categoria. Que estupidez." Misturo. Tenho pouca categoria.

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