Pois é. Fiquei mal disposta com o artigo anterior. Já chupei uma pastilhita, mas, como não passa o azedume, resolvi presentear-me com qualquer coisa que me fizesse rir. Dei uma volta pelos mails e pronto, já me ri a bandeiras despregadas. Aquele riso virtual, que não faz bem nem mal, antes pelo contrário.(mau, isto está descer de nível, ó lagarta!). Adiante.
Estão distraídos, é? Não repararam no que eu disse, não?? Ora então agora digam-me lá: aonde é que eu tenho as bandeiras? Onde? E que bandeiras? E onde é que estavam pregadas para se despregarem? Já andei pela casa toda a ver - sim, que uma pessoa às vezes esquece-se do que tem! - e não vi nada. Confesso que já tive uma bandeirita. Já. À janela. Não digo que tenha sido por causa da selecção, porque .....foi por causa da selecção. Uma pessoa tem direito a ter os seus desvarios de vez em quando. Faz bem às rugas. E à economia do pais, porque ainda me custou uns cobres valentes. Claro que agora está guardadita num canto à espera de ser pendurada outra vez. São Bento nos acuda se não for assim! Olha que tu vê lá! Mau. Já me basta não tirar a verde para fora há uns anos.
Pronto. Já me perdi. Ah, estava eu a dizer - e confirmo - que não tenho nem tive bandeiras pregadas em ladíssimo nenhum, por isso, calma aí. E mais. Se elas se despregaram, querem o quê? Que vá correr atrás delas como cão ao osso? Deixá-las ir, essa agora. Só espero é que não caiam de pernas para o ar como a outra do 5 de Outubro. Mas também, quem se importou com isso?
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