Só eu. Hoje foi a vez do Agapito me vir chatear a móina. Parece que tenho mel, livra! Veio para aí com uma conversa que só vos digo. Que tinha pensado, pensado (coisa rara..) e que tinha descoberto como ganhar um dinheirto extra (extra não sei como, não trabalha, mas está bem, enfim).
"Ó dona Lagarta, a senhora empresta-me o seu computador para eu ganhar um dinheirito extra, empresta? Olhe que até podemos vir a ser sócios!".
"Senhor Agapito. O computador até posso emprestar, mas não sai daqui".
"Ó minha rica senhora, não me importo nada, até já vou buscar o cãozito, faço já a mudança, jázinho!".
"Ò homem, você está puro da tola? Eu disse que não sai daqui é o computador!" ( quer-se dizer, se ele me pusesse uma coisita redonda em ouro no dedito, até que podia cá ficar, ...).
" Ah, pronto. Percebi mal, não é? logo vi que era areia a mais!".
" Cale-se lá, homem. Afinal o que é que quer? Despache-se. ".
"Eu queria pôr um anúncio nessa coisa dos Face. O outro dia estava sentado ali ao pé do Manel das Arrudas, com quem costumo tomar café e que naquele dia tinha levado o computador dele e até fiquei vesgo com o que vi, dona lagarta!".
"Ah ficou? não admira. Já é meio vesgo da tola, só lhe faltava dos olhos! Bem, adiante. Então porque é que ficou meio vesgo?"
" Porque vi ali uma janela de oportunidade, uma janelona, diria mesmo! Sem mais nem menos apareciam ali anúncios e anúncios e até falavam connosco e tudo. Queres viajar? Queres ser chefe? Queres uns sapatos de marca? Queres ir ao Egipto? Á Tailândia? A Badajoz? Eu sei lá! Nem tinha tempo de responder, lá estava já outro! Aquilo é uma janela, dona Lagarta! Uma varanda!"
" Uma varanda? Olhe que você tem cada uma!"
"Ainda não tenho mas vou ter!! Quer dizer...cada uma...o quê?"
" Cada tirada, homem, cada parvoeira! Bolas! Mas deixe lá isso. Afinal onde está a tal varanda?"
" Ui, nem queira saber o que se me passou por aqui por esta cabeça! Então se eu puser lá um anúncio meu, também toda a gente vê, certo?"
"Certo"
" Então vou pôr. Até trago já escrito aqui neste papelito. É só a senhora pô-lo lá, se fazia o favor!"
" Eu? Não sei lá pôr isso, homem. Tem de ir ter com a Fedúncia. Ela é que percebe das netes. Eu só vejo mails. E pouco mais. Mas que anúncio é que lá ia pôr?"
" É fácil de ver. Olhe o que eu escrevi aqui. Veja se não é genial. "Quer põr aqui um anúncio? Pergunte-me como". Agapito e tal e telefone e já está. Que tal?"
"Que tal? Você é doido? Então se não sabe pôr lá um anúncio, como é que quer ensinar a alguém a pôr lá o que nem você sabe pôr? Como?"
" Fácil. As pessoas telefonam e eu digo : "Como?" e já está! IHIHIH. Se eu lá ponho "Pergunte-me como", não estou a mentir. E entretanto, pumba, tlim tlim no bolso, da chamadita.É uma mina! Uma mina!"
" Pois deve ser, deve e você ficou lá soterrado e faltou-lhe o oxigénico e já toldou das ideias!"
" Ah quando tiver uma grande casa e uma varandona, ponho lá um toldo, ponho, ponho!"
" Senhor Agapito. Please. Vá andando, sim? Vá ter com a Fedúncia, e etc, porque eu já ouvi o suficiente, sim?
" Está bem. Faço-lhe o please. Mas vai-se arrepender, ai vai, vai. isto era uma mina!
" Com certeza. Era, era. Então não era? Chauzinho".
Pifou, o triste.
"Ó dona Lagarta, a senhora empresta-me o seu computador para eu ganhar um dinheirito extra, empresta? Olhe que até podemos vir a ser sócios!".
"Senhor Agapito. O computador até posso emprestar, mas não sai daqui".
"Ó minha rica senhora, não me importo nada, até já vou buscar o cãozito, faço já a mudança, jázinho!".
"Ò homem, você está puro da tola? Eu disse que não sai daqui é o computador!" ( quer-se dizer, se ele me pusesse uma coisita redonda em ouro no dedito, até que podia cá ficar, ...).
" Ah, pronto. Percebi mal, não é? logo vi que era areia a mais!".
" Cale-se lá, homem. Afinal o que é que quer? Despache-se. ".
"Eu queria pôr um anúncio nessa coisa dos Face. O outro dia estava sentado ali ao pé do Manel das Arrudas, com quem costumo tomar café e que naquele dia tinha levado o computador dele e até fiquei vesgo com o que vi, dona lagarta!".
"Ah ficou? não admira. Já é meio vesgo da tola, só lhe faltava dos olhos! Bem, adiante. Então porque é que ficou meio vesgo?"
" Porque vi ali uma janela de oportunidade, uma janelona, diria mesmo! Sem mais nem menos apareciam ali anúncios e anúncios e até falavam connosco e tudo. Queres viajar? Queres ser chefe? Queres uns sapatos de marca? Queres ir ao Egipto? Á Tailândia? A Badajoz? Eu sei lá! Nem tinha tempo de responder, lá estava já outro! Aquilo é uma janela, dona Lagarta! Uma varanda!"
" Uma varanda? Olhe que você tem cada uma!"
"Ainda não tenho mas vou ter!! Quer dizer...cada uma...o quê?"
" Cada tirada, homem, cada parvoeira! Bolas! Mas deixe lá isso. Afinal onde está a tal varanda?"
" Ui, nem queira saber o que se me passou por aqui por esta cabeça! Então se eu puser lá um anúncio meu, também toda a gente vê, certo?"
"Certo"
" Então vou pôr. Até trago já escrito aqui neste papelito. É só a senhora pô-lo lá, se fazia o favor!"
" Eu? Não sei lá pôr isso, homem. Tem de ir ter com a Fedúncia. Ela é que percebe das netes. Eu só vejo mails. E pouco mais. Mas que anúncio é que lá ia pôr?"
" É fácil de ver. Olhe o que eu escrevi aqui. Veja se não é genial. "Quer põr aqui um anúncio? Pergunte-me como". Agapito e tal e telefone e já está. Que tal?"
"Que tal? Você é doido? Então se não sabe pôr lá um anúncio, como é que quer ensinar a alguém a pôr lá o que nem você sabe pôr? Como?"
" Fácil. As pessoas telefonam e eu digo : "Como?" e já está! IHIHIH. Se eu lá ponho "Pergunte-me como", não estou a mentir. E entretanto, pumba, tlim tlim no bolso, da chamadita.É uma mina! Uma mina!"
" Pois deve ser, deve e você ficou lá soterrado e faltou-lhe o oxigénico e já toldou das ideias!"
" Ah quando tiver uma grande casa e uma varandona, ponho lá um toldo, ponho, ponho!"
" Senhor Agapito. Please. Vá andando, sim? Vá ter com a Fedúncia, e etc, porque eu já ouvi o suficiente, sim?
" Está bem. Faço-lhe o please. Mas vai-se arrepender, ai vai, vai. isto era uma mina!
" Com certeza. Era, era. Então não era? Chauzinho".
Pifou, o triste.
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