Mau, mau, Maria! Que eu receba um raspanete no Face vindo dum qualquer fulano ou fulana que julga que eu sou da família deles, tudo bem. Agora porem-me ali "Insere o nº de telemóvel que desejas localizar", é outra! No primeiro caso, até compreendo. Como sou novata nestas coisas das netes, sim, porque ainda há pouco tempo julgava que o computador era o ecrã e que o que lá se escrevia desaparecia - foi preciso uma das filhas dizer "Ó Mãe, carrega na setinha para baixo! Para já, não via setinha nenhuma e depois ca raio uma pessoa não pode dar atenção a tudo, não é?- eu vi ali um quadradinho a dizer "Enviar" e enviei. Só carreguei com o ratito naquilo. E ainda me aplaudiram, "Parabéns, você enviou 500 pedidos de amizade duma vez!". Eu? Moi je? Devem estar doidos. Está bem, abelha. Passado um bocado vieram-me dar um raspanço a dizer que só se deve pedir amizade a quem se conhece ou é amigo de alguém conhecido. Big deal. Isso sei eu, olha que gaita. E lá tenho culpa de pensar "não me chateiem", pronto, tumba com o rato? O rato não serve para isso? Homessa! E sabem lá se eu tenho ou não 500 amigos duma assentada? Ora deixa ver: duzentos e tal na A.R., mais a Merquele e família, FMIs, BCEs, e também me dou com a Madonna, etc, etc, chega aos 500, olha questa! Tomem!Mas enfim, foram simpáticos, livrei-me de prendas de Natal. O problema é saber quem soube da minha vidinha. Quem? Eu lá sei da deles! Puxa vida, parece um Big Brother! Mas...ah, ah, mas já não se importam de me perguntar "Tem problemas com a sua relação? Ciúmes? problemas? Carregue aqui !". Essa agora! Têm alguma coisa a ver com isso? Metidiços. Não tenho! E se tivesse? O rato resolvia-me a questão? São psiquiatras ou quê? A vossa tia, pá! Ou pás, ou vassouras. E agora estão-me ali com aquela pergunta do telemóvel. PPssst! Tenho cara de parva? Nó tenho. Olha que lindo eu apanhar alguém da família - ou o marido - na Polónia ou em Badajoz ou Miami, assim sem querer e fazer um chiqueiro, hein? Malandros. Desfaz casas! Ainda se ao menos eu soubesse o número do Soares ainda vá lá, podia perguntar-lhe "estás-te a passar ou quê, filho?". Era já. Que o homem está a precisar duma lagarta rabugenta mesmo. Mas nem isso. Ainda o podia localizar em Paris e depois? O tanas.
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